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Buscas a perfeição? Não sejas vulgar. A autenticidade é muito mais difícil.”
Antídoto ao Rebuscado: Quintana sempre foi um crítico ferrenho da grandiloquência, do pedantismo e da busca pela "perfeição formal" na literatura e na vida. Para ele, o perfeccionismo estético ou comportamental era uma forma de afetação superficial — por isso o uso da palavra "vulgar", sugerindo que tentar parecer perfeito é uma atitude comum, previsível e sem alma.
O Valor do Cotidiano e do Imperfeito: A poética de Quintana celebra o cotidiano, o erro humano, a simplicidade e as miudezas da vida. A autenticidade exige encarar a própria humanidade com todas as suas falhas e contradições. Assumir quem se é de verdade sem tentar impressionar os outros exige uma coragem que poucos têm.