A cura para o tédio é a curiosidade. Não existe cura para a curiosidade.”
Ellen Parr foi uma escritora e colunista norte-americana do meio do século XX. Sua frase é amplamente documentada na revista The Readers Digest na década de 1970.
Apesar de ser massivamente creditada à poetisa e crítica satírica Dorothy Parker em alguns sites, biógrafos da autora do Círculo de Algonquin e historiadores literários confirmam que não há registros da citação em suas obras publicadas.
A frase contrasta o estado de estagnação mental (o tédio) com a força motriz do aprendizado (a curiosidade). O aforismo apresenta a curiosidade como o remédio definitivo para a apatia: no momento em que alguém se passa a questionar o mundo, o tédio desaparece instantaneamente.
A segunda parte da sentença adiciona um toque poético e irônico ao definir a curiosidade como uma "condição incurável", sugerindo que, uma vez desperto o desejo pelo saber e pela descoberta, a mente humana entra em um ciclo perpétuo e insaciável de busca que dura a vida inteira.